Qual é o limite da família para buscar ajuda em uma clínica de recuperação? 


Substâncias lícitas e ilícitas são produtos altamente corrosivos a vida humana, e porque uma pessoa mesmo sabendo das causas e consequências, aceita fazer o uso? Não há um fator em específico que determine os motivos que levam uma pessoa a usar drogas, mas podemos afirmar que há fatores que determinam o processo, como por exemplo a genética, influência, trauma, fuga da realidade, busca por alegria, euforia ou alívio de dores internas. O uso de drogas afeta diretamente o Sistema Nervoso Central (SNC), gerando de forma excessiva a dopamina na região cerebral. O corpo e a mente estão totalmente conectados pelo excesso, o produto químico fez com que o organismo crie uma resistência, provocando a dependência.  

Desde a história humana podemos encontrar com facilidade que o homem sempre procurou de substâncias alucinógenas para modificar a forma pelo qual enxergava o mundo. O uso de drogas já foi muito usado em guerras, com o intuito de fazer com que o soldado sentisse energizado para atacar seu adversário. Ao longo dos anos puderam perceber que o uso de drogas trazia consequências negativas para quem fazia o uso. Mudanças de comportamento, condutas inadequadas, agressividade e descontrole são um dos sintomas mais comuns provocados pelo excesso de substâncias químicas.  

Há quem diga que existem drogas mais leves e menos leves, você acredita que essa afirmação possa ser considerada como verdadeira? A classificação entre drogas lícitas e ilícitas podem dividir a sociedade com opiniões adversas. Todavia, a medicina aponta que independente de qual seja a substância química, há grandes probabilidades de causar problemas graves a saúde física e mental, além de provocar a morte. Para evitar o uso de drogas, é preciso que pessoas se conscientizem verdadeiramente dos efeitos colaterais provocados pelo consumo.  

Por que famílias são afetadas pela dependência do adicto? 

No universo das drogas, é muito comum que famílias entrem em uma coodependência. Mas o que significa o termo? A coodependência tem por significado fatores emocionais ligados a um indivíduo. Para que você entenda melhor o termo, imagine que dentre uma família, um adolescente comece a fazer o uso de álcool ou qualquer substância química alucinógena. O adolescente incialmente esconde de toda a família, mas o seu segredo logo será descoberto. O consumo é feito na frente de todos, e o familiar de certa forma, se sente ameaçado em prever o futuro do usuário. 

Aos poucos, o corpo do jovem cria uma resistência ao produto, aumentando aos poucos a substância química. E com o passar dos anos o adolescente tem tolerância ao produto, aumentando a fissura que são altos níveis de substância química. O corpo está totalmente dependente, iniciando pequenas crises de abstinência. A tendencia é aumentar cada vez mais o consumo, em consequência a família se desespera. O exemplo clássico de coodependência é uma mãe que descobre o vício do filho. Ao presenciar toda a trajetória do familiar viciado em narcóticos, a mãe entrará em uma coodependência, que é a preocupação excessiva pelo filho. 

O que famílias buscam fazer em casos de dependência? A única solução é buscar uma clínica de reabilitação que melhor se encaixe ao adicto, como por exemplo buscar ajuda do Grupo Aliança pela Vida. Para pôr um fim na situação, os familiares buscam realizar uma internação. Mas afinal, qual é o limite das famílias no tratamento? Antes de orientarmos, é necessário que você entenda as três formas de realizar a internação em uma clínica de recuperação para tratar a dependência química. 

 

Qual é a melhor forma para realizar a internação? 

 

Veja os três únicos procedimentos legalizados que podem ser realizados no processo terapêutico: 

  • Internação voluntária: A internação voluntária é toda consentida pelo viciado em narcóticos.
  • Internação involuntária: A internação involuntária não é consentida pelo adicto, pelo contrário, os familiares de primeiro grau poderão autorizar todo o procedimento. E o custo de toda a internação é recorrido pelos familiares.
  • Internação compulsória: A internação compulsória é decidida por um juiz responsável, independente da opinião do dependente químico.

Todas as internações descritas acima, são autorizadas por lei. Todavia, especialistas apontam que a internação voluntária é a melhor forma para tratar o problema. Querer que a internação aconteça, favorece o procedimento terapêutico. Contudo, sabemos que nem sempre o processo é recorrido da melhor forma possível. A internação compulsória por exemplo, é aceita por pessoas que vivem em situações de extrema necessidade. Além de ser burocrática e levar tempo para acontecer o processo. 

A internação involuntária vai contra as vontades do adicto, fazendo com que o paciente fique resistente ao processo terapêutico. É importante ressaltar e levar em consideração que o uso de drogas provoca instabilidade e faz com que a capacidade do adicto de pensar seja afetada. Com base em tais considerações, será necessário reavaliar as reais considerações do dependente químico na busca de sua recuperação. Se você deseja ajudar o adicto de forma voluntária, siga abaixo as recomendações. 

 

Estimulando a internação voluntária, e quando recorrer ao processo involuntário ou compulsório? 

 

Estimular a internação voluntária incialmente pode ser uma tarefa difícil, mas não impossível. Com isso você deve: 

  • Escutar o que o adicto tem a falar;
  • Não brigar e perder o controle da conversa;
  • Busque conversar em tom pacificador;
  • Relembre o adicto dos momentos felizes antes do consumo de drogas;
  • Faça com que o dependente químico tenha confiança em sua palavra;
  • Oriente no momento certo sobre a internação voluntária.

Mesmo que o familiar siga todas as orientações acima, o grau de dependência pode estar totalmente avançado, fazendo com que o familiar recorra a outro procedimento. É aconselhável recorrer a internação involuntária ou compulsória quando o adicto: 

  • Perde tudo o que tem;
  • Se isola de todos;
  • Põe a sua vida e a vida de outras pessoas em risco;
  • Comete furtos e roubos;
  • Entra para o narcotráfico;
  • Se torna agressivo;
  • Tem atitudes impulsivas e inconsequentes.

Você sabia que a dependência química leva a morte de mais de 500 mil pessoas por ano? O assunto é um problema grave, que além de afetar aspectos físicos, mentais e sociais, afeta também a relação entre famílias. Os familiares devem mostrar apoio e proteção em momentos difíceis, até porque você acredita que uma pessoa deseja se tornar viciada em narcóticos? O vício acontece de forma sucinta, e quanto menos esperar será tarde demais. O sentimento de culpa e arrependimento fará parte da vida de um viciado em narcóticos.  

 

Há tempo de mudar: Importância da internação em uma clínica de reabilitação 

 

A família de certa forma pode se sentir culpada pela dependência do filho ou parente próximo, procurar um culpado não será a solução. A dependência química a partir do momento em que se torna crônica, transforma-se em uma doença sem cura. Mesmo assim, é possível realizar um tratamento para dependentes químicos adequado e saudável para que o paciente aprenda controlar seus impulsos. Se você procura por ajuda de profissionais qualificados para o tratamento, entre em contato com o Grupo Aliança pela Vida e ajude alguém a mudar de vida. Para mais dúvidas sobre como proceder ao procedimento, apenas entre em contato com os consultores do Grupo Aliança pela Vida. Evite consequências fatais, a dependência leva a morte de pessoas importantes, além de provocar problemas graves a saúde física e psíquica de um usuário de drogas.  

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