Complicações gastrointestinais desencadeado pelo uso da cocaína

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Complicações gastrointestinais desencadeado pelo uso da cocaína

 

Cocaína é uma droga sintética e estimulante produzida em laboratório, podendo ser fumada, injetada, cheirada ou consumida até de forma oral. Quando consumida age diretamente no sistema nervoso central do indivíduo, alterando coordenações cerebrais causando problemas físicos, mentais, emocionais, profissionais e sociais. O dependente tem sensação de euforia, energia, torna-se uma pessoa mais social e está sempre em alerta.

O efeito da cocaína de forma injetável pode começar em um minuto podendo ficar no corpo de 30 a 60 minutos. O efeito cocaína da forma inalada age em menos de um minuto podendo ficar por aproximadamente 30 a 60 minutos sobe o efeito. O consumo por via nasal pode começar dentre um a cinco minuto, podendo ter uma duração de 1 ou 2 horas. A cocaína consumida de forma oral demora aproximadamente de 30 a 60 minutos e sua duração poderá ser variada, conforme o organismo do dependente químico.

A cocaína pode desenvolver diversos problemas e complicações em todo o sistema do corpo humano. Apesar de gerar prazer para quem consome, os problemas pós uso são maiores do que o prazer gerado pelo consumidor. A cocaína pode trazer complicações gastrointestinais pelo uso de drogas, como:

  • Úlcera pré-pilóricas
  • Infarto visceral
  • Perfuração do trato gastrointestinal
  • Isquemia intestinal
  • Fibrose retroperitoneal
  • Trombose

O dependente após três dias de uso excessivo das drogas no corpo, poderá ter uma enterocolite, resultando em peritonite podendo alcançar a morte de aproximadamente 50% do dependente, levando o viciado em narcóticos a ter uma dor abdominal aguda.

 

Complicações físicas que a cocaína pode causar

 

A cocaína não poder desencadear apenas problemas como “complicações gastrointestinais”. De acordo com pesquisas, outros problemas podem ser desencadeados, como:

Otorrinolaringológicas: prejudicando gravemente as vias nasais, causando até a destruição facial.

Problemas cardiovasculares: como arritmia, infarto, miocardites, dissecção aórtica, miocardiopatias, edema pulmonar, hipertensão arterial, aterosclerose acelerada, psneumopericárido, aneurismas cerebrais podendo levar até a morte.

Imunológicos: Com o alto consumo das drogas no corpo, seu sistema imunológico pode ficar baixo, e o dependente poderá pegar infecções com mais facilidade.

Miocardites: O dependente químico em cocaína poderá desencadear problemas do músculo cardíaco.

Obstétricas: Uma mulher que consome a droga cocaína, poderá ter problemas na gestação e poderá causar problemas ao bebê.

Arritmias: Problemas como taquicardia ventricular, taquicardia supraventricular, fibrilação ventricular e morte.

Reumatológicas: Problemas como fenômeno de Raynaud e vasculites.

Pulmonares: Problemas como aumento da permeabilidade capilar, necrose alveolar, hemorragia pulmonar, pneumonite intersticial além de inúmeros problemas pulmonar.

Endocardites: Infecção do coração envolvendo as válvulas cardíacas.

Dissecção aórtica: Problemas na camada interna do vaso sanguíneo.

Neurológicos: Usuários que fazem o uso da cocaína podem desenvolver acidente vascular cerebral.

Problemas renais: Poderá causar uma insuficiência renal aguda.

Infarto do miocárdio: Problemas como trombose arterial e dentre outras doenças levando a morte.

 

Como acontece o tratamento para um dependente em cocaína?

 

A droga cocaína pode gerar dependência a quem consome, e em algum momento de sua vida, não conseguirá parar por vontade própria. É importante que a família esteja do lado do adicto nesse momento delicado. Há três formas de realizar a internação de um dependente químico, como a internação voluntária que é onde o próprio dependente aceita fazer a internação, pois quer estar livre do uso de drogas e não consegue parar sozinho. A internação involuntária que é onde o dependente químico não aceita ser internado, e então a família poderá intervir há essa situação fazendo a internação sem seu consentimento. E a internação compulsória é onde uma ação judicial determina que o dependente químico seja internado em uma clínica de recuperação.

Após saber qual é o tipo de internação do adicto, a segunda parte é encontrar uma clínica de recuperação. O Grupo Aliança pela Vida pode ajudar a família e o dependente químico a encontra uma clínica de recuperação que melhor se encaixe ao adicto, o Grupo Aliança pela Vida é uma instituição que tem como objetivo ajudar o dependente químico a encontrar uma clínica de reabilitação.

 

Por que uma clínica de recuperação é importante no processo de recuperação?

 

Clínicas de recuperação é fundamental para o adicto, pois por meio de profissionais qualificados sua recuperação será segura. Médicos psiquiatras, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, enfermeiros estarão a dispor do dependente que precise de ajuda. No período de abstinência o adicto passará por um momento delicado, podendo ser levado até a morte, e com a ajuda precisa de profissionais, o dependente químico conseguirá passar pela melhor forma possível.

 

 

 

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