Codependência Química: O que é? Como se libertar?

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A codependência é baseada em um familiar que convive com um dependente químico, ele acredita que o viciado em narcóticos precisa dele para sobreviver. O familiar que convive com o dependente químico pode ajudar bastante o adicto, prejudicando a si próprio. A codependência pode ser baseada em um transtorno emocional, podendo afetar o estado físico e principalmente mental do familiar que está à disposição de ajudar o viciado em narcóticos.

Pode considerar-se que a codependência é uma dependência excessiva em que um indivíduo tem por outro. O familiar poderá viver em torno de um problema que não é dele, afetando sua vida em diversas formas, tendo como consequência: tristeza, não planejamento do futuro, não realiza projetos e dentre outros.

 

Dependência emocional e codependência: Qual a diferença?

A dependência emocional é quando uma pessoa sente dificuldade de realizar atividades do dia em decorrer a uma dependência emocional de uma figura afetiva em especifico. A dependência emocional está ligada a relações interpessoais, como: relacionamento amoroso, relacionamento paterno ou materno e um relacionamento com amigos. As consequências deste problema é uma tristeza profunda podendo chegar a depressão, ansiedade, insônia, perda de apetite, autodestruição e abuso de substâncias químicas.

A codependência está ligada a uma pessoa que está passando por um problema em especifico com um familiar. O indivíduo pode sentir o que o outro pode estar passando, e vive em torno deste problema. Imagine uma pessoa que está viciada em drogas vive situações precária de saúde e vida financeira, e a família do adicto quer ajudar. Sempre haverá uma pessoa em especifico que sofrerá com o dependente químico, levando o indivíduo a uma codependência.

 

Como posso me atentar para não cair na codependência?

 

O codependênte pode ter inúmeros motivos para não perceber que está vivendo em torno do problema de um dependente químico. Em algumas causas a palavra codependência pode ser desconhecida pelo próprio familiar. E se você é uma pessoa que acredita que está passando por este problema, pergunte para si mesmo “ Estou pondo meus planos e projetos em segundo plano deixando de viver a minha vida por conta do meu parente usuário de drogas? ”

É importante que o familiar tenha cuidado com o dependente em narcóticos, porém, também é importante que o indivíduo cuide de sua vida para que não deixe de viver.

 

Como identificar um codependênte?

Vive para os outros: Uma pessoa codependênte está sempre ajudando alguém, suas escolhas são baseadas em uma pessoa que precise de ajuda, podendo até se prejudicar.

Assume responsabilidades: Quando um dependente químico saí da clínica de recuperação pronto para viver a vida como antes sem os vícios, o codependênte sente-se inseguro. Atitudes de cuidados são muito recorrido, e então ele quer cuidar do dependente químico podendo tirar a responsabilidade de ressocialização do indivíduo na sociedade.

Resoluções de problemas: O codependênte quando vê algum problema em que o adicto esteja passando, por mais simples que seja, procurará resolver a dificuldade no lugar do dependente químico.

Exclusividade na ajuda: Apenas o codependênte pode ajudar o adicto, em sua mente uma outra pessoa não será o suficiente para ajudar o viciado em narcóticos a sair do mundo das drogas.

Encontrar tais pontuações em si mesmo poderá ser dificultoso, mas será ideal para que a pessoa saia da codependência e viva a sua vida sem responsabilidades excessivas.

 

8 características da codependência

 

Negação: No início de todo o processo em que uma pessoa se torna dependente químico, e o familiar se torna codependênte, sempre haverá o processo de negação. Ele acreditará fielmente que está ajudando o familiar de forma normal, e não excessivamente.

Responsabilidade: As responsabilidades do adicto são passadas para o codependênte, ele toma as decisões de forma automática, principalmente ao sair da clínica de recuperação.

Controle: O codependênte poderá ser um pai, uma mãe, irmão ou irmã, avó ou avó e dentre outros familiares, e eles poderão controlar de forma excessiva a vida do adicto.

Culpa: Ele poderá acreditar que a culpa do adicto se tornar dependente químico é dele, não da pessoa que aceito fazer o uso por vontade própria.

Agradar: O codependênte sentirá necessidade de agradar o adicto, trazendo-lhes recompensas por não usar drogas.

Dizer não: Sente dificuldade em dizer não, prejudicando todo o processo de recuperação.

Limites: Começa a pôr regras para que o adicto chegue no horário certo, faça tais atividades estimuladas pelo codependênte e dentre outros.

Perda: Sente medo de perde o adicto e tem a necessidade de cuidar de forma excessiva.

A melhor forma para se tratar a codependência é realizando psicoterapia com ajuda de profissionais qualificados para poder se livrar do excesso de cuidado que sente pelo dependente químico. A codependência não tem cura, mas pode ser controlada na medida que o adicto mostre que sua melhoria seja eficaz.

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